segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Verdade, mentira!

É verdade que mudamos, pra melhor ou pior, depende de quem avalia.
Como nada é de graça, ou sem razão, se preferir, o que nos tornamos com o passar do tempo é aquilo que compomos com as experiências vividas.
Mesmo parecendo óbvio, a maior parte da vezes insistimos em permanecer no erro, pois este nos convém. Incontáveis oportunidades deparamos com situações que há conciência do que está para acontecer, mesmo assim, praticamos um estelionato em nossa moral objetiva, no comportamento que esperam de nós.
Frustrações que geram ressentimentos, intolerância, rejeição. Continuam a esperar que sejamos emoldurados pelo usual, como modelos globalizados de personalidade. Aquilo que não se encaixa é fora do padrão, portanto errado, reprovável e dispensável. Talvez por isso tantas máscaras sociais
Nas minhas pequenas subversões não há vontade de chocar, mas fazer aquilo que minha restrita moral subjetiva permite. Que fim levou a individualidade?

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